Um pouco mais sobre a vida nada mole no Brasil de 1700
2 comentários:
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Eu preferiria falar Tupi! E aos portugueses não tenho nada a agradecer, pois só a escória deles é que desembarcou por aqui, usavam a terra, exploravam tudo e mandavam todas as riquezas para a sede da colônia. Somos o que somos hoje graças à nossa herança do jeito português (e burro) de ser.
Sejam bem-vindos
Romance histórico e folclore brasileiro. Essa mistura funciona?
Bem-vindo ao blog do livro DANAÇÃO, um livro que vai transportar o leitor até a vila de Taubaté, em 1734, onde seus moradores enfrentavam uma ameaça implacável e desconhecida. Uma criatura que percorria as matas nas madrugadas de sexta-feira, deixando em seu caminho corpos queimados e levando colonos à guerra contra as aldeias próximas. Para os crentes, aquele pedaço de terra e suas três mil almas era uma nova Sodoma, condenada a ser devorada pelas chamas. É nesse pandemônio de fanatismo e fúria que chega a Taubaté Diogo Durão de Meneses. Um senhor de engenho consumido pela culpa, a quem a tão desejada morte era negada há anos, destinado a enfrentar um ser que seria imortalizado no imaginário de um povo...
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Parabéns, pelo estudo, em minha pesquisa genealógica, onde meus parentes, passaram pelo anos de 1700, fiquei curioso, como a sua vida.